Artigos e Notícias

Teste

10/05/2023


Lim Engenharia

27/01/2020

A Caixa Econômica Federal deverá emprestar, no período de agosto a dezembro deste ano, R$ 20 bilhões para projetos de infraestrutura, totalizando R$ 32 bilhões de financiamentos ao setor em 2013. Em entrevista à Agência CAIXA de Notícias, o vice-presidente de Assuntos de Governo, José Carlos Medaglia, informou que para 2015 o banco planeja financiamentos de R$ 38 bilhões. “São R$ 70 bilhões em dois anos”, afirmou. Medaglia informou que têm prioridade nos financiamentos os projetos voltados para a geração de energia e mobilidade urbana.

A CAIXA pode participar de projetos de infraestrutura usando como fonte de financiamento os recursos externos?
A CAIXA já tem feito captações externas como funding complementar a todos os projetos de infraestrutura. Além de operar com fundos nacionais, temos produtos específicos da CAIXA para projetos de infraestrutura. O que temos de muito promissor para os próximos meses e para 2015 são os financiamentos às concessionárias de rodovias, ferrovias e aeroportos. Além de financiar o setor público propriamente dito, estamos preparados para ampliação significativa de recursos às concessionárias privadas.

Qual o volume de recursos que a CAIXA poderá repassar à infraestrutura?
Já temos previsão de R$ 32 bilhões para infraestrutura em 2014 e, para 2015, prevemos R$ 38 bilhões, totalizando R$ 70 bilhões. De maneira geral, a ênfase será para energia e mobilidade urbana (BRT, VLT, corredores de ônibus, metrô).  No caso dos metrôs, temos financiamentos em seis capitais e outras tantas que virão pela frente. Os R$ 38 bilhões virão dos fundos constituídos, como o FGTS, captações internas, externas, fundos de pensão, com um mix muito equilibrado de fonte, modalidades e operadores do sistema.

E os projetos envolvendo as rodovias que já têm obras e concessões concluídas, somando 4.416 quilômetros?
A CAIXA tem um histórico de financiamento em rodovias desde 2000. Já temos uma série de financiamentos em rodovias concedidas e estamos em tratativas para financiar pelo menos outras quatro concessões.

E quanto às ferrovias? Quais as perspectivas para as obras?
É um setor que promete muito no Brasil pelas grandes distâncias e pela necessidade de melhorar o transporte de carga. A ferrovia passou por muitas discussões para a formulação do marco legal, para definir regras capazes de atrair os investidores. O momento em que estamos agora é de oferta dos trechos concedidos via leilões. A dinâmica das concessões vai depender das respostas que o setor for dando. O governo tem sido muito cauteloso. Por isso, tem conseguido sucesso dos leilões, que têm obtido valores acima do esperado.

Os projetos para ferrovias ficaram em segundo plano por  muitos anos. O governo vai conseguir a revitalização deste modal?
As bases para que isso aconteça já existem: a expansão da produção de alimentos (grãos) e minerais, somada à interiorização destas atividades. Temos várias novas fronteiras agrícolas – no Norte e Centro-Oeste - e extrativistas que precisam deste modal para escoamento da safra agrícola. O governo está se preocupando em diversificar e a iniciativa privada está entendendo isso. Vários projetos importantes no Brasil inteiro dependem desta capacidade de escoar a produção. Vamos ter empresas interessadas, mercado e recursos para a execução destas obras.


Financiamento

BradescoSantanderCaixa Econômica FederalItaúBanco do BrasilCGD

Este site usa cookies para garantir que você obtenha a melhor experiência.